B O O


Cães de raças anãs sempre fizeram sucesso. Basta lembrar de Boo, da raça lulu da pomerânia (a versão miniatura do spitz alemão) conhecido como  “o cão mais fofo do mundo”. Boo possui hoje mais de 11 milhões de fãs no Facebook e uma variada gama de produtos com seu nome, que vão de livros a bichos de pelúcia. No Brasil, a raça é conhecida pelo amável cãozinho Paçoca, que aparece no programa da TV Record Hoje em dia ao lado do dono, o apresentador Celso Zucatelli. A popularidade do lulu da pomerânia, contudo, tem um preço: exemplares da raça podem custar até R$ 12 mil.

O esteticista canino Rafael Tavares é dono de três lulus da pomerânia, os irmãos Roma e Elen, de três anos e Cloe, de um ano e meio. O criador conta que se apaixonou pela beleza da raça e pela doçura dos animais. “São cães alegres, apegado aos donos e fáceis de cuidar”, explicou. Os cuidados que ele tem são os básicos, como banho e tosa. “Mesmo um tempo sem banho, o cão não tem cheiro. A manutenção deles é muito simples”, diz o proprietário.

Por ser um cão pequeno e levinho, muitos donos acabam se acostumando a andar com cachorrinho no braço, mas é preciso ter cautela. Quedas do sofá, pulos, “pisões”, tudo isso pode causar traumas mais sérios ao animal. Uma vantagem é que o tempo de vida de cachorros pequenos é diferenciado: quanto menor o porte, maior a longevidade.

A veterinária Rejane Azevedo explica que existem alguns mitos em relação às raças pequenas. Um deles é que todos têm temperamento dócil. “Nenhum cachorro é igual”, diz. Outro mito é de que as raças menores, como o miniatura pinscher, são mais estressadas e consequentemente latem mais. “Depende da criação e da rotina da casa, tudo isso vai influenciar no comportamento do animal', explicou a veterinária.

Saúde e limpeza - Alguns cuidados com a alimentação também são importantes, como rações com grãos de tamanhos menores, mais palatáveis para cães pequenos. Outro cuidado é a escovação diária, para os cães de pelo longo. 





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